E então chegou o feriado. Feriado super prolongado. Sexta-feira e segunda-feira de folga para o marido e, para melhorar mais ainda, quarta-feira também foi feriado no Rio de Janeiro. E Viva São Jorge!!!
Pequeno teve uma semaninha de folga da escola.
E melhor ainda que feriadão de Páscoa como um bom motivo para viajar ... a "desculpa esfarrapada" que faltava é que sexta também foi meu aniver. Eba!
Assim que pegamos a estrada e saímos rumo a Paraty.
Resolvemos ficar em Trindade, que está a uns 20 e poucos kms de Paraty. Praia, ambiente meio hippie, era para ser um local paradisíaco, não fosse as centenas de paulistas, mineiros e cariocas que resolveram invadir o local. Também pudera, né?! Até parece que somente nós iríamos aproveitar o feriadão. Audácia minha!
Mas, mesmo meio tumultuado, estava ótimo. Durante o dia praias cheias, mas a noite o clima de calma, tranquilidade e paz aparecia por lá. Lual, fogueira, música, vinhozinho em boa companhia ... bom demais!
Curtimos muito a praia, descansamos, cansamos nas trilhas, Pequeno se esbaldou na água, na areia, na liberdade que o local proporcionava, fez amigos e até ganhou o desejado ovo do Max Steel (sim, o Coelhinho da Páscoa apareceu por lá também).
Numa noite daquelas de céu limpo, onde dava pra ver todas as estrelas possíveis, deitamos na areia da praia e agradecemos ao Universo pela nossa família e pela oportunidade de ver e conhecer coisas tão legais. Pequeno aproveitou e agradeceu ao "Papai do Céu" pela saúde ... sua, da família, do vovô, da vovó, da nonna e pediu que cuidasse do nonno.
Também curtimos a cidade de Paraty. Amei! Eu que sou apaixonada por portas e janelas, imagina se não iria ficar encantada com a arquitetura do lugar ...
Pequeno só queria saber aonde ficava a casa do Amyr Klink ... o importante para ele era saber onde morava o "homem que deu a volta ao mundo em barco". Achou. Se encantou. E queria visitá-lo. Quase íntimo :)
Encontramos um restaurante italianíssimo e matamos a vontade de comer uma buona e vera pasta. Pequeno, inclusive, elogiou o Roberto (dono do restaurante).
Mas, o tempo durou o que deveria durar, curtimos tudo o que poderíamos ter curtido, descansamos, aproveitamos, rimos e fomos felizes. Logo, de volta a realidade, era o momento de voltar pra casa.
Pequeno, pra variar, melancólico, nostálgico e saudosista, voltou pra casa dizendo que "já estava com saudade até da tia Elaine" (a proprietária da pousada onde nos hospedamos).
E, pra falar bem a verdade, até eu voltei com saudades: da praia, das noites em Trindade, do ambiente, do vinho, das caipirinhas com cachaças locais, do camarão frito, de andar dia e noite de chinelo ... buáááááá.
P.S.: a música é a mesma do último vídeo ... simplesmente porque é a que melhor traduz o nosso momento de curtição ;)
Olá queridos!
ResponderExcluirMuito belo vê-los com tamanha felicidade!
Aproveitem a vida, a vida é bela!
Renato Fraga
O do meio
O mais bonito