Meu lacinho de fita rosa.

    Eu não sei se  já amava a Luísa pelo simples  fato de ela ser filha da Carol.

    Também não sei se é porque a gente vai ficando mais velha e vai amolecendo o coração. 

    Eu não sei se já amava a Lulu pelo fato de  ser dinda dela.

    Ou se amava  esse serzinho pelo simples fato de ela ser ela. Simplesmente isso.

    A questão  é que provo um amor grandão  desde que Luísa  estava na pancinha de sua mamãe. Carol passou boa parte da vida nos "enganando" que não  queria saber de bebê. Pegou todo mundo de surpresa quando nos deu a bela notícia.

    Lulu (só para os íntimos - é Luísa, com "esse" e acento!) nasceu dia 30 de agosto. E no início de novembro,  finalmente,  nos conhecemos: Lulu, mamãe e papai vieram nos visitar. A primeira viagem da Lulu foi pra ver a dinda (Tá bom! Os dindos e o primo ... me recolho à minha insignificância ...).

    O meu foi (a confirmação do) amor à primeira vista. Dela eu não sei ... ficou desconfiada com toda aquela gente no aeroporto, todas aquelas luzes e uma doida correndo pelo saguão com um cartaz com o nome dela e um laço rosa.


    Eu vou resumir contando pra vocês que a Lulu é a coisa mais amada desse mundo! Bella e brava ... recebeu vários desses elogios passeando por aqui. É tranquila, sociável, risonha, quietinha ... e uma ruivinha cheia de dobrinhas a coisa mais linda desse mundo (óbvio que sou bem suspeita porque falo desde o ponto de vista de uma dinda babona e completamente apaixonada mas ela, de verdade, é uma fofura!).


    Passeamos pelo parque algumas vezes, fomos à Milão comemorar o aniver do papai. E só não passeamos mais porque o tempo passou voando e ainda por cima choveu no último final de semana deles por aqui. O que não foi ruim: fiquei grudadinha com a Lulu o tempo (quase) todo. O pai e a mãe  dela que lutem pra tirar depois as manhas de colinho que eu  e os Nicola's colocamos.

     Como é bom a gente poder dar  amor sem a pressão e a responsabilidade de educar :)

    O dindo também se derreteu com cada sorrisinho dela. E o primo ficou apaixonado, deu muito colinho, brincou e até arriscou dar a mamadeira.



    Mas como o danado do tempo passa voando quando os momentos são bons, Lulu foi embora. (leia isso em tom de tristeza)

    Agora minha casa tá vazia. Não tem carrinho de bebê na sala. Não tem mamadeira em cima do armário, nem pacote de fralda no quarto. Não tem cheirinho de bebê pela casa, não tem colinho de dinda.  Não tem a risada banguela coisa mais linda desse Universo e nem o cochilo no sofá  agarradinha na dinda (ou seria a dinda agarradinha nela?).

    Eu já tô morrendo de saudade da minha pitoca ruivinha ...



    Mas como o Universo é assim de bom já já a gente se encontra novamente. Uma semaninha de saudade e logo a dinda agarra de novo.

    Eu não sei se ela vai gostar de ser chamada de Lulu. Eu não sei se vou conseguir ser para ela uma dinda tão presente quanto a mamãe dela foi (e é) para meu filho.  Mas eu prometo dar o meu melhor e o que posso afirmar é que amor não vai faltar.

    Lulu,  lembra sempre do que a dinda te disse várias vezes:
  
    Você é maravilhosa, a coisa mais amada dessa vida! Uma menina a coisa mais querida e à sua volta tem um monte de gente, na família da mamãe e do papai, que te ama muito! (e sempre que eu falava isso pra ela, me respondia com um sorrisão lindo)

    Luísa (Lulu com "esse" e acento): a dinda te ama! Gigantão, do tamanho do Universo!  🩷🎀




Um comentário:

  1. Aaaahhhh! Já queremos voltar!!! A Luísa AMOU a dinda, o dindo e o primo! Quanta risada banguela deliciosa ela deu com essa família que amamos tanto!
    Foi indescritível a sensação de ver essa pequena recebendo tanto amor e tanto carinho!
    Amamos vocês e já estamos com saudade! 🥰
    Beijos da dinda mais linda do bambino! ♥️

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