Fazendo Nada.
Pensa numa criatura cheia de feridas: no rosto, no braço, cotovelo, joelho. "Feridas de guerra", de tombos, de correria pra lá e pra cá junto aos primos. Assim esta o Pequeno.
As vezes nao suporto nem vê-lo, tamanho o nível de malcriação. Sabe que tem quem o defenda dos castigos e nao pensa nem meio segundo pra me olhar com cara desafiante. Mas ao mesmo tempo sou feliz vendo sua cara de felicidade brincando junto aos primos, dos abraços cheios de carinho, dos parentes que ele sai correndo pela rua pra reencontrar.
Eu estou relativamente melhor. A febre passou, mas continuo com uma tosse chata, insistente e perturbadora de sonos alheios. Ontem fui tentar achar um medico para consultar, já que o antibiótico nao havia surtido muito efeito. Mas o consultório estava fechado para ferias. Decidi, então, ir até a farmácia. A única farmácia da cidade estava fechada por greve.
Hoje fiz algo que estava ainda pendente: dormir. Acordei tarde (quase meio-dia). Almocei e, logo, fui dormir novamente. Até cansar.
As vezes parece que nao e' verdade que estou aqui. Outras, tenho a sensação de como se nunca tivesse partido. Reconhecer o lugar, as pessoas, a paisagem, os cheiros, sabores, saber das novidades e fofocas, ver coisas que continuam iguais e que, certamente passarão 20 anos e assim seguirão, faz desse lugar um pouco meu também.
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