Botando a vida em ordem ... ou, pelo menos, tentando.

E foi então que acabou.

Num avião cheio de turbulência seguimos viagem. Primeira paradinha rápida em Portugal (onde, aliás,  cruzamos com o Romário pelo saguão do aeroporto). Logo, novo avião com destino a Roma.

Como em algumas vezes anteriores, deu um 'pequeno probleminha' com nossas malas: 1 das 4 malas não chegou. O estress não foi tão grande porque na mala perdida havia somente roupa (todas de verão), sapato, cremes, perfumes, maquiagem e um que outro brinquedo do Pequeno. O saco foi ter que fazer fila pra reclamação (sim, porque além da nossa mala várias outras ficaram perdidas pelo caminho).

A princípio, nossa mala teria ficado por Lisboa e chegaria no dia seguinte. O que no final não aconteceu, levaram 4 dias pra entregar a mala. Nós, que não estamos com a cabeça pra encrenca, nem demos muita bola. Mas já estava ficando angustiada e pensando que, talvez, a mala nem fosse chegar mais. E com uma saudade enorme da minha pinça (que estava junto com os cremes). Sabe como é, a sombrancelha começando a crescer ...

Bom, mas voltando ao aeroporto.

Superado o "trauma" da mala, passamos a seguinte fase: esperar o carro. Papai deixou o carro num estacionamento próximo ao aeroporto. Resumindo, o negócio funcionava assim: deixávamos o carro com alguém que encontraríamos no aeroporto. Logo, esta pessoa levava o carro pra um estacionamento próximo dali. Quando chegássemos, logo após pegar as malas (tarefa que aqui no aeroporto de Roma é lenta pra caramba - por isso eles já recomendam: somente depois de pegar as malas) ligávamos pra eles e, logo, eles traziam o carro pra gente. Tudo isso a um preço muito bom (bem mais barato do que pagar um trajeto de taxi da minha casa ao aeroporto (e vice-versa)).

Ligamos pro pessoal do estacionamento. Disseram que nuns 10 min. estariam em determinada área do aeroporto. Ok. Pega mala, sobe pro andar de cima e, como já teria passado alguns bons minutos dos 10 prometidos, resolvemos já esperá-los na rua. Os 10 minutos viraram vários. Pequeno se estressou, começou a chorar que estava com frio, que queria ir pra casa. A verdade é que eu também já estava mortinha de cansaço, com frio e fome. Ok. O moço chegou. Entregou a chave do carro pro Papai e foi-se embora. Ainda pensei:

- "Poxa, nem pra ajudar a botar uma malinha dentro do carro ..."

Relaxa. Afinal, o moço não tinha obrigação de ajudar. E ponto. Bota Pequeno dentro do carro (pra ver se assim a criatura chora menos - pelo menos não de frio ...). Arruma mala aqui, mala ali. Essa não cabe, tira dali, bota lá dentro. Ufa! Botamos o cinto e simbora. Ops ... pera aí! O carro não liga. Papai tenta umas 20 vezes e nada do bendito do carro funcionar.

- "Não acredito! Só pode ser brincadeira!"

Tudo isso, estacionados em dupla fila, com o povo já querendo sair e olhando estranho pra gente.

Ligamos de volta pro estacionamento e alguns minutos depois (bem mais rápido do que os 10 minutos prometidos anteriormente) o moço do estacionamento chegou pra ajudar. Conectou a bateria do carro dele com a nossa e pronto. Como era de se esperar, depois de 20 dias parado no frio, o carro também deu "xilique".

Vim rezando pro bendito do carro não parar no meio do caminho. Por sorte ainda conseguimos vaga pra estacionar na frente de casa. Minhas preces foram atendidas!

Bendita seja a pizza congelada que nos esperava em casa!

De banho tomado, com a pança cheia e pouco a pouco aquecendo no calorzinho de casa (porque na rua fazia uma friaca danada), finalmente caimos num sono profundo.

E, a partir daí, a vida seguiu seu ritmo normal : Papai já foi direto pro trabalho, Pequeno ficou um dia de folga em casa, mas logo voltou pra escola e eu matei a saudade de casa, de escrever no meu blog e, pouco a pouco, fui colocando as idéias em ordem e pensando nos próximos passos a serem dados.

Já botamos o carro a venda (assim que se alguém tiver interesse num Golf 1.6, ano 2002, bonitinho, bem conservado e muito bem cuidado - com um pouquinho mais de 100 mil Km) é só deixar um recado.

Sexta-feira passada veio uma moça da empresa de mudança fazer um primeiro levantamento dos móveis que iremos levar.

Assim que daqui a pouco já estaremos imersos na confusão, na bagunça e no estress. Então, deixa eu aproveitar o tempo que falta ;)

Ommmmmmmmmmmmmm ...

5 comentários:

  1. Oi,Tati! Quando vocês vão de vez para o Rio? Já sabem onde vão morar? Besitos

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  2. Oi, Bianca!
    Pretendemos ir de vez pro Rio na ùltima semana de fevereiro (digo pretendemos porque ainda nao temos a passagem comprada). Ainda nao temos a mìnima idéia de onde morar. Vamos chegar por là e iniciar a peregrinaçao atràs de casa ;)
    Bjos!

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  3. Olá queridos irmãos e sobrinho GREMISTÃO!

    Tudo certo, Eu que já fiz algumas mudanças sei que é assim mesmo, mas Eu tinha a ELIANE e a ´Vó Iolanda, era só deixar acontecer, RSRSRSRSRSRSRSR. Bem tudo vai dar certo, pensamento positivo, bom humor e vçs sempre untos.
    Minhas perebas já estão quase boas, rsrsrsr depois de 04 médicos....RSRSRSRSRSRSRSR Bjus e na espera...


    Renato( O do meio, o mais bonito )

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  4. Oi meu irmao "perebento"!
    Mudança assim como as tuas é fàcil, né?! ...rs ... mas essa é a primeira vez que faço uma mudança em condiçoes (=com uma empresa q vem, arruma tudo e leva embora). Assim que trabalho braçal mesmo serà pouco ;)
    Pensamento positivo SEMPRE ... o bom humor constante, bom ... jà fica mais difìcil de prometer :P
    Fico feliz q as perebas estejam controladas. Vai botar o corpitxo em dia pra logo desfilar pelo calçadao de Copacabana com o Nicolinha :)
    Bjos, saudades!

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  5. Que estress com as malas de vocês, aeroportos, xilique do carro...

    Isso: vida normal. Postagens no blog e ordem para os próximos passos...

    Att.

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