Nois, aqui. Traveis!
Chegamos. Super cansados, a pessoa aqui com crise de sinusite e febre, mas chegamos.
Fomos com tranqüilidade para o aeroporto. Nao demorou pra passar um taxi pela frente de casa. O único problema e' que com essa função de que todos os taxis tem o sistema de gás como combustível, os bagageiros nao tem quase espaço. Tínhamos 3 malas grandes. Uma mala no bagageiro, uma mala no banco da frente e uma mala no colo do marido foi a solução. Ainda bem que nao pegamos transito.
Um pouco de fila pra fazer o check in. O atendimento da British Airways foi nota 10, tanto no momento do check in quanto já na sala de embarque e, também, durante o embarque e todo o vôo. Feliz mesmo fiquei ao saber que cada um tinha direito a duas malas de 32 kg cada. Mais que nada porque o marido nem mesmo tinha saído de casa e já estava estressado com o peso das malas. Mas como nem tudo e' perfeito, de uma coisa nao gostei: num vôo internacional, Rio/Londres, nao havia uma única criatura do pessoal de bordo que falasse (ou ao menos arranhasse no) português.
Infelizmente nao foi tudo perfeito porque atacou uma crise de sinusite daquelas de doer até a alma (além do rosto inteiro, cabeça, etc). Na semana passada o nível de umidade do ar baixou para 12% no Rio. Até saiu uma reportagem sobre o aumento de atendimento nos postos de saúde. Dai a culpa da minha sinusite.
Chegamos em Londres na hora marcada, num terminalzao gigante, repleto de gente. Anda pra lá, anda pra cá, logo já estávamos dentro de um avião novamente. Desta vez, rumo ao nosso destino final: Roma.
Aquela sensação de "ahhh, estou na Terra da Pizza" já apareceu logo quando chegamos: nem bem o avião havia tocado solo o povo já batia palmas entusiasmado. Segundo momento em que te das conta de que pisaste solo italiano: o policial do controle de passaporte com cara de malvado nem te olha, nao te responde quando, educamente, lhe diz "boa tarde" e te atira o passaporte de volta. Cheguei a comentar com o marido: "igual ao povo do Galeao, ne?!". Terceiro momento: as benditas malas que nunca aparecem na esteira de bagagens.
Benvenuti a Fiumicino!
Retiramos o carro que havíamos alugado e, agora sim, na reta final rumo a Capistrello, mais ou menos 1 hora e meia de viagem. Estava morta de cansada e ainda com febre, tinha sono mas nao queria dormir pra rever toda a paisagem do caminho que tantas vezes fizemos.
A sogra nos esperava ansiosa. Pequeno correu pra dar um abraçao na nonna. Logo saiu pela casa para fazer o reconhecimento de tudo. Era tarde (pros parâmetros da cidade) mas ainda recebemos a visita da cunhada e dos sobrinhos. Um banho rápido pra tirar a inhaca de viagem e cama.
Na manha seguinte, minha sogra fez uma consulta por mim e quando acordei já me esperava com o café da manha e com remédio. A primeira coisa que pensei quando vi o antibiótico: "Droga! Nao vou poder beber vinho."
Na terça saímos relativamente cedo e fomos pra Roma. Nossa meta: aproveitar as liquidações de verão e fazer umas comprinhas. No final da tarde fomos encontrar com os antigos companheiros de trabalho do marido. Colocamos a conversa em dia, Pequeno matou a saudade e gastou todas as energias possíveis com as amiguinhas (correu, brincou, rolou pelo chão, lavou os pés na fonte, manchou a roupa com sorvete de chocolate). No final, chorou porque queria ir embora com elas.
Chegamos em Capistrello passava da 1:30h. A sogra, tadinha, esperava por nos (esquecemos de levar chave).
Hoje e' meu terceiro (e ultimo) dia de antibiótico. Na verdade nem surtiu muito efeito pois sigo basicamente igual. Assim que a partir de amanha a perebada vai ser solucionada com vinho. Se bem nao fizer, ao menos vai me ajudar na hora de dormir.
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P. S.: internet "meia-boca" e com os dias contados desde o iPad. Assim que até voltarmos pra casa, nada de fotos (que, alias, até agora nao tiramos nenhuma).
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Que bom que a viagem foi bem, uma pena vc ter adoecido, pq é mesmo chato ir de férias para algum lugar e chegar lá doente.
ResponderExcluirAproveita mesmo o verão e as promocões.
Bjo