Antes de dar entrada nos post's das férias, deixa eu contar um pouco da atualidade.
Minha reação alérgica segue. Tomei, por minha conta e risco, a medicação do último tratamento feito na Itália. Estava tão feliz que não havia tido nenhuma reaçãozinha alérgica sequer aqui no Rio que nem me preocupei em levar meus remédios pra Itália. Por sorte, a sogra tinha um dos remédios em casa: o mais forte e que não teria conseguido sem receita médica. Ela o usou pra outro problema. Aliás, lendo a bula (enorme) descobri que o remédio é meio "serve pra tudo". Remédio forte, que me causava cansaço e sono, com doses que deveriam ser devidamente administradas em não mais que 9 dias. E, assim foi: chegou perto do 9° dia, fui diminuindo a dose, conforme recomendado. Mas a verdade é que não serviu de muito. Consegui controlar um pouco. Por experiências anteriores, sabia que não poderia coçar, senão, ao invés de vergões vermelhos, ficaria cheia de bolhas d'água que, mais tarde, se transformariam em manchas pretas. Assim que, pelo menos, estabilizou um pouco o negócio.
Um pouco pelo incomodo da alergia, outro pouco pelo fuso, o fato é que ontem acordei cedo. Esperei pacientemente que chegasse por volta das 9hs pra começar a ligar pra todos os dermatologistas disponíveis. O primeiro que consegui ligação só atendia na quarta. Outro, só podia marcar consulta pra setembro (e não adiantou implorar um buraquinho disponível). No centro médico próximo a casa que costumo ir tinha vaga somente pra quarta, também. Finalmente liguei pra uma clínica dermatológica aqui em Botafogo que tinha disponibilidade para o mesmo dia.
Deixei Pequeno na escola (foi lindo o reencontro dele com os amigos, vieram correndo abraçá-lo e um deles, depois de um longo abraço, disse: "eu tava com muita saudade de você!", coisa mais amada!), voltei pra casa, tomei um banho frio (gelado, quase), coloquei uma roupa cômoda (porque até a roupa incomoda) e resolvi sair um pouco antes. Cheguei com meia hora de antecedência. Logo, fui atendida.
Uma doutora jovem, simpática e bem paciente. Quando disse pro marido que a doutora era jovem, ele não gostou muito. Mas, ao contrário dele, gosto muito de consultar com médicos jovens. E, com essa minha experiência dermatológica, já passei por médicos jovens e nem tão jovens e posso afirmar que os que fizeram menos dano ao meu organismo (=não dando ênfase para o cortisona) foram os mais jovens.
Ela me explicou que, na sua opinião, não era uma reação alérgica ao sol. Senão, teria reação por todo o corpo ou, ao menos, onde mais queimei a pele durante a viagem (ombros, rosto, pernas, etc). Expliquei todo o processo que vivi: que começou pequeno, depois foi se alastrando, tive reações super fortes, tomei diversas medicações, passei por vários médicos, etc, etc.
Ela foi sincera e disse que não era capaz de me dizer ao 100% que tipo de reação sofria e, sobretudo o motivo. Perguntou se podia tirar fotos das minhas lesões pra futuros estudos. Disse que me daria um tipo de cura que não fosse tao nocivo pro organismo, para tentarmos num primeiro momento assim e, caso não surtisse efeito, daí sim passar para uma terapia mais agressiva.
Perguntou se toparia fazer uma biópsia da pele. Me explicou como seria: anestesia local, tiraria um pedaço da pele - pequeno -, daria uns pontos, ficaria uma cicatriz pequena, mas seria a maneira, segundo ela, mais eficaz pra saber o que tenho.
- "Pode ser agora?", perguntei.
- "Pode ser já ", respondeu ela.
E assim foi. Com um troço de pele a menos, 2 pontos e medicamentos novos, voltei pra casa. Agora é cuidar dos pontos (que os retirarei em duas semanas), esperar o resultado da biópsia, rezar pras coceiras passarem e aguentar a sonolência dos remédios.
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O fato engraçado.
Não contei pra minha mãe o que havia passado. Ela não sabe nada sobre minhas alergias e, muito menos, que fiz uma biópsia. Acho que só em ouvir a palavra BIOPSIA ela ficaria histérica e até ela entender que não era nada de sério levaria algum tempo. Assim que, pra economizar explicações e não preocupá-la a toa, resolvi não contar nada.
Nesta manhã, falávamos pelo telefone. Pequeno pediu pra falar com a vó.
- "Oi vó! Tudo bem?"
- "Tudo meu amor. E contigo?"
- "Comigo tá tudo bem ... mas a minha mãe é que tá com uma ferida em cima do peito, por causa da alergia ..."
E nem adiantou desconversar. Ainda levei bronca por estar escondendo as coisas dela. Aonde já se viu?!
Misturinha danada: uma filha desnaturada ... com um filho fofoqueiro.
Esse Pequeno é esperto!!!
ResponderExcluirE a mamãe ensinando a menstir...
Se cuida... Melhoras!
Beijo nos 03...
Te enviei email pedindo o endereço do Rio de Janeiro... Aguardo.
ResponderExcluirHááá vou te enviar outro email importantíssimo...
Bjs...
Tati, e afinal chica, que raio de alergia é essa??? Beijoss Diana
ResponderExcluirDiana,
ResponderExcluirAinda nao sei, mulher! Segunda q vem tiro os pontos e pego o resultado :O