Eu havia esquecido o que é ir ao banco aqui no Brasil. Desde que cheguei, no máximo, aguentei uma filinha no caixa eletrônico pra tirar dinheiro.
Acontece que a primeira conta que abrimos aqui, foi aberta lá no Sul, quando viemos de férias no final do ano passado. Precisávamos abrir a conta por motivos burocráticos e com certa facilidade, antes de seguirmos viagem pra Floripa, conseguimos resolver tudo.
Só que estamos aqui no RJ e, embora hoje em dia a gente faça quase tudo via internet ou até mesmo telefone, tem pequenos detalhes ou probleminhas que precisam ser resolvidos face to face. E daí tínhamos que ir numa agencia aqui, no final tínhamos sempre que contatar nosso gerente de conta lá, uma função ... e quase sempre saíamos do banco sem resolver nada.
Assim que decidimos transferir nossa conta pra cá.
Acontece que fomos numa agência aqui e acabamos sendo tão "destratados", um descaso total, falta de informação, complicação, fomos atendidos por um bando de patetas em sequência, que nos deu "nos nervos". E acabamos pegando mania do nosso banco.
Ao sair, de retorno a casa, passamos por outra agência de outro banco e resolvemos entrar. O atendimento não teve nada que ver com o anterior. Então, naquele mesmo momento, resolvemos abrir uma conta ali mesmo.
Ainda estamos "brigando" pra fechar a conta com o outro banco, mas esse pepino vai sendo descascado pouco a pouco.
O fato é que nesses dias, voltei ao nosso atual banco para fazer algumas coisas e também tinha uma conta pra pagar. Primeiro passei por nossa gerente de conta (aquela que cantou "parabéns pra você" para o Pequeno - foi no dia do aniver dele). Demorou um pouquinho, tive que esperar, mas ... beleza.
Mas foi então que voltei ao passado: pagar a conta. A fila no caixa eletrônico fora estava um absurdo. Desisti. Já estava quase no horário da escola do Pequeno. Assim que, simbora daqui!
Deixei o Pequeno na escola e fui voando tentar fazer minha carteira de identidade (mas sobre este assunto, falo mais tarde!!!). Na volta, resolvi entrar numa agência qualquer pra pagar a bendita conta. Não teve jeito: fila e mais fila.
[E, desculpa aí as pessoas mais sensíveis: depois de anos vivendo fora, sem essa coisa de "fila preferencial", preciso dizer que ... NÃO AGUENTO OS VELHINHOS PASSANDO NA FRENTE. Tudo bem que toda regra tem sua exceção, mas não dá ... tem muito velhinho fazendo serviço de banco para os outros, muito velhinho (que nem são velhinhos ... 60 anos, pra mim, não é velhice!), muito mais inteiro(a) do que eu ... sacanagem! Pronto. Falei.]
Ontem, deixei Pequeno na escola e, infelizmente, tive que voltar ao banco. Precisava fazer uma transferência. Novamente a fila no caixa eletrônico estava gigante(maior que no dia anterior). Decidi entrar e fazer a transferência lá dentro mesmo, pelo menos tinha cadeira pra ficar bem sentadinha. Peguei a senha n°393. Olho pro painel e recém haviam chamado a senha 360. Tomei um chá de banco bonito de se ver.
Claro que durante a espera teve um pouco de entretenimento: o guardinha brigando com a senhora que estava falando ao celular (e agora - não sei desde quando - por lei é proibido usar celular dentro de banco). Uma outra brigando com uma espertinha que queria furar a fila. O senhor da frente que tinha tic nervoso e não parava de balançar a perna ... e por aí vai.
Havia esquecido que grande aventura era ir ao banco ... mas espero, de verdade, não assistir cenas de próximos capítulos.
Pois é minha irmã. Bom retornO aos defeitos do Brasil!
ResponderExcluirBjs
Mana
Nem me fala... SE tem uma coisa que eu não sinto saudades é dessas filas de banco. Menina, a gente perde um tempo danado! Eu tinha que usar meu horário de almoco pra ir ao banco n`? Nesses dias eu tinha certeza que não ia almocar, pq o atendimento é mais lento ainda. Frustrante.
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