Talvez um dos maiores desejos de pais e mães - além daquele clichê de que "sejam felizes" - é o de que seus filhos sejam melhores pessoas que eles próprios. Sua "imagem e semelhança" aperfeiçoada. Ou o que eu costumo chamar de 'evolução da espécie'. Em geral, queremos para eles menos sofrimento, mais alegrias, mais brinquedos, mais risadas, menos lágrimas, mais livros lidos, mais conhecimento, mais e melhores vivências e por aí vai.
Sim eu sonho e desejo que Pequeno seja "simplesmente feliz", como se isso fosse simples assim. Desejo que ele seja melhor do que eu, em todos os sentidos: mais alto, mais animado, mais simpático, mais bonito (muito mais), mais inteligente (com um QI infinitamente maior que o meu), mais carinhoso, mais comunicativo, mais perspicaz ... e poderia ficar até amanhã digitando uma lista enorme de mais-mais.
Porém, não tenho grandes sonhos para o Pequeno: não desejo que ele seja médico, engenheiro, jogador de futebol, nem milionário. Deixarei que ele decida o que quer ser, como e quando. Aliás, meu principal objetivo é transmitir ao meu filho que ser é muito melhor que ter. Desejo para ele a felicidade em sua total amplitude: no aspecto pessoal, emocional, profissional e todo o resto de "al".
Tenho consciência da importância de nossa ajuda, de nossos exemplos e da necessidade que nós, pais e mães, temos de ensiná-los a trilhar seus próprios caminhos. O começo da "viagem" será em companhia, mas sabemos que logo, no decorrer do caminho, Pequeno terá que seguir sozinho. Ou seja, precisamos transmitir a ele que como e quando percorrer essa estrada e, sobretudo, chegar no destino, caberá somente a ele, aos seus propósitos, suas atitudes e suas decisões.
Seguindo na linha de pensamento de "gostaria que Pequeno me superasse", dia desses, quando fui buscar o Pequeno na escola, a profe veio me contar uma novidade: Pequeno estava lendo, várias palavras juntas. A profe contou que havia dado uma listinha com algumas palavras e que Pequeno havia lido todas direitinho. Morri de orgulho!
Tenho consciência da importância de nossa ajuda, de nossos exemplos e da necessidade que nós, pais e mães, temos de ensiná-los a trilhar seus próprios caminhos. O começo da "viagem" será em companhia, mas sabemos que logo, no decorrer do caminho, Pequeno terá que seguir sozinho. Ou seja, precisamos transmitir a ele que como e quando percorrer essa estrada e, sobretudo, chegar no destino, caberá somente a ele, aos seus propósitos, suas atitudes e suas decisões.
Seguindo na linha de pensamento de "gostaria que Pequeno me superasse", dia desses, quando fui buscar o Pequeno na escola, a profe veio me contar uma novidade: Pequeno estava lendo, várias palavras juntas. A profe contou que havia dado uma listinha com algumas palavras e que Pequeno havia lido todas direitinho. Morri de orgulho!
Chegamos em casa e fiz algumas frasezinhas para ver se Pequeno conseguia ler. E não é que o danadinho leu tudo direitinho? Morri de orgulho, outra vez!
Eu aprendi a ler com 7 anos. Pequeno ainda nem completou 6 e já está lendo, super feliz descobrindo as palavras por sua conta.
Pelas barbas brancas de Darwin! Que Pequeno me supere muitas outras vezes mais.
Essa fase é muito gostosa !!! aproveita bem !! E curte mesmo !!! Felicidades ao pequeno !!!
ResponderExcluirObrigada, Monique!
ExcluirÉ uma alegria imensa ver e sentir a independência do meu Pequeno :)
Bjos!
Parabéns, Pequeno Nicola!
ResponderExcluirSó imagino a felicidade da mamãe e papai...
Mas deixo aqui uma pergunta: Ele esta entendendo o que lê? Ou apenas lê?
Beijão....
Amiga,
Excluiré maravilhoso vê-lo ler. Ele entende sim, a felicidade dele ao descobrir as palavras é muito legal! A cada palavra lida é um sorriso que se abre ao descobrir o significado.
Bjos!