As últimas semanas passaram voando. Os dias ficaram atarefados, corridos e sem tempo para internet. Felizmente!
Recebemos visitas, por etapas.
Primeiro minha sobrinha-afilhada-recém-casada, o marido e o filho de 4 patas deles: o Robin. Foram embora para o Canadá mas, antes, passaram alguns dias conosco curtindo e conhecendo a Cidade Maravilhosa. Foram dias super legais, onde conversamos, passeamos, trocamos experiências, desejos, passeamos mais um pouco. Tempo muito curto, mas o suficiente para que me apaixonasse pelo Robin, um cachorrinho super educado, na dele, sem muito "nhenhenhém". Robin não demonstrava muito sentimento. O chamava para dar um carinho e ele virava as costas e saía com cara de "tô nem aí". Logo, voltava e sentava do nosso lado no sofá, deixando bem claro que as coisas aconteciam no momento em que ele queria. E ponto. Não simpatizou muito com meu marido. Muitas vezes latia pra ele. Mas o esperava na porta do banheiro e, na hora das refeições, era o pé do marido que ele escolhia para cochilar. Gostei de passear com ele na rua e vi que recolher cocô de cachorro nem é tão nojento assim. Robin - ou Robinho, para os íntimos - foi embora e deixou saudades ... até no marido.
Um dia antes da partida de minha sobrinha, chegaram meu irmão e minha cunhada (pais dela) e a irmã. Vieram dar o abraço de "até breve" aqui no Rio.
Foi um momento importante para os que partiram e para os que ficaram. Mais uma vez constatei que despedidas são sempre chatas. E, embora já tivesse passado por momentos iguais por muitas e muitas vezes, dá sempre um aperto no peito. E desta vez, o aperto era pela sobrinha e por tudo o que os esperava. É legal morar fora e eles estão indo em busca de um sonho, duas pessoas jovens mas com os pés no chão e um objetivo em mente que, tenho certeza, será concretizado, mas também sabia dos momentos mais difíceis, das saudades que provavelmente ela irá sentir. Deu um aperto no peito por meu irmão e minha cunhada. Pais sofrem pra caramba! Me coloquei no lugar deles e imaginei um futuro onde também teria que me desligar do Pequeno.
Mas foi bom e importante estarmos todos juntos. E entre lágrimas, sorrisos e piadas forçadas para descontrair o momento (e, sejamos sinceros ... muitas latinhas de cerveja), sabíamos que de choro o momento deveria ter bem pouco. Afinal, temos a certeza de que dará tudo certo e a nova família made in Canadá vai tirar de letra até os -40° do próximo inverno :)
E, pra não deixar espaço para a tristeza, também saímos com as novas visitas. Passeamos, conversamos, curtimos, rimos, me esbaldei com a cunhada na cozinha e Pequeno estava no paraíso, com o tio fazendo folia com ele.
Nesse meio tempo teve Páscoa. Pequeno adorou o ovo do Darth Vader que ganhou dos tios, não deu muita bola para o ovo do Bob Esponja que compramos para ele e ficou super feliz que os amigos do lixo trouxeram presente pra ele. Ele também retribuiu dando chocolates para os amigos. Foi bonito de se ver.
Mas tudo que é bom dura pouco ... e ontem nossas visitas foram embora. Deixaram saudades ... e um Pequeno que, como sempre, também não acostuma com essa história de dizer "tchau": ficou chorando "com saudade do tio, da tia e da Jeka". A nostalgia foi tanta que nem deixou trocar o lençol da cama, para dormir com o "cheirinho deles".
Sensível esse meu menino!







Queridos!
ResponderExcluirNeste nosso momento, voçês foram importantes e fundamentais. Obrigado por tudo, tudo mesmo, pois assim, conseguimos passar por tudo, da melhor maneira possível. Amamos tudo, do dia a dia, aos passeios, tudo mesmo. Obrigado!
Da família que lhes ama!!!
Renato Fraga
OIM
OMB
É a vida: movimentada, agitada, pacata...
ResponderExcluirQue legal: visitas e mais visitas....
Show - os amigos do lixo trouxeram presente ao Pequeno e ele claro retribuiu.
Super abraço nos três.