Era uma vez um menino que estava no 2° ano do ensino fundamental e um dia foi para a escola. Descobriu que havia um teste surpresa. Bem, não foi pego tão de surpresa assim, já que no final de semana havia repassado a matéria com sua mãe, seu pai e, até, com os dois juntos ao mesmo tempo (momento "estudo" também pode ser um bom momento "em família").
O teste era de Língua Portuguesa. O menino iniciou o teste e, logo, se sentiu seguro. Algum que outro lapso, mas logo vinha à memória os assuntos estudados.
Uma das questões era sobre "dar o feminino de ...".
- "Beleza!", pensou o menino.
Fez a primeira, a segunda, a terceira, a quarta ... ops! Na quarta ficou com dúvidas. Não lembrava de maneira alguma.
Pensou, pensou, pensou e, talvez pelo nervosismo da dúvida ou porque havia bebido muita água, precisou ir ao banheiro às pressas. Pediu licença para a professora e saiu correndo.
Já aliviado, enquanto lavava as mãos, entrou um colega do 5° ano no banheiro. Ainda com sua grande dúvida em mente, ingenuamente, cumprimenta ao colega e diz:
- "Tô fazendo teste de Português. Tem uma coisa que eu não sei: você sabe qual é o feminino de cavalo?"
Prontamente o amigo responde:
- "Cavalo fêmea, ué!"
Quase ao mesmo instante, ecoa uma voz vinda de um dos banheiros que permanecia com a porta fechada:
- "Claro que não ... feminino de cavalo é égua."
- "É verdade, égua.", confirmou o menino do 5° ano.
Então, duplamente aliviado, o menino do 2° ano voltou para a sala e esboçando um sorriso discreto no rosto, colocou a resposta que os amigos do banheiro haviam dito.
Quando os pais o buscaram na escola, no final do dia, relatou o acontecido. A mãe até pensou em dar um pequeno sermão de "isso não se faz, não é correto, etc, etc.", mas não aguentou o riso de surpresa. Até porque tinha a certeza de que não havia sido nada planejado previamente. Foi algo que saiu ingenuamente espontâneo.
Chegaram em casa, o menino foi fazer os deveres da escola e a mãe foi preparar algo para o jantar.
Alguns minutos depois, o menino surgiu com novas dúvidas sobre o dever e argumentou sobre uma regra de que não sei qual tipo de palavra que iniciasse com vogal teria, obrigatoriamente, que iniciar com a letra H.
- "Ahn?", perguntou a mãe bastante perdida entre regras de Português, quantidade de sal no frango e se havia tomates para a salada.
Ele voltou a explicar, detalhadamente, que não sei qual tipo de palavra que inicia por vogal, tem - obrigatoriamente - que iniciar por H.
- "Claro que não, filho!"
- "Claro que sim, mãe!"
- "Claro que não ... água, inicia com vogal e não tem H; ônibus, inicia por vogal e não tem H."
E, lembrando da história do teste, a mãe segue:
- "... égua, inicia por vogal e não tem H."
- "Ah, eu não acredito! Escrevi H-É-G-U-A!"
Então, desta vez, teve sermão de "bem feito!", "coisa que começa mal termina mal", "o mundo não é dos espertinhos","quem cola não sai da escola", etc, etc, etc.
kkkkkkkkkkkkkkkk, chega deu do gente !
ResponderExcluirAdorei .. pelo menos essa daí teve uma moral no final ! rsrs
beijjo grande
hahahaha... Será q ele se arrependeu de ter "pescado", depois desse sermão de mãe?!
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