Baita azar!

Pequeno tinha 500 mil planos para as férias. Fez contagem regressiva, ficou ansioso e, chegado o grande dia, foi um excelente companheiro de viagem.

Chegou na casa dos avós e seus projetos, planos e desejos somente aumentaram: ele queria matar a saudade dos avós, queria correr pelo pátio, brincar com o primo Murilo, correr com os cachorros, se esbaldar na piscina do tio Renato até murchar, brincar com o primo Murilo, correr com a prima Fefê, ir na pracinha das Carretas, comer muitos sorvetes na sorveteria que além se gostosuras geladas tem brinquedos, brincar com o primo Murilo, visitar a amiga Laurinha, montar no cavalo do Dindo, brincar com o primo Murilo, ir a praia, correr com o patinete, jogar muita bola com o primo Murilo.

Além disso tudo, como se não bastassem os planos que ele trazia de casa, a Dinda do Pequeno resolveu dar o presente de Natal adiantado: uma prancha de surf, das de verdade, com barbatana de tubarão e cordinha no pé, pra deixar a mãe da criatura apavorada. Então, nos planos by Pequeno, soma aí passar boas horas no mar, tendo aulas particulares com o amigo Renan.



Mas Pequeno sentiu na pele que na vida, muitas vezes, a gente pode planejar muito, desejar muito, organizar todas as ideias na cabeça que existe algo maior chamado imprevisto. Talvez falta de sorte. Bom, eu diria até sacanagem mesmo!

Acontece que no auge das férias, Pequeno apareceu com caxumba. Na mesma segunda-feira onde estava marcada a primeira experiência de um projeto de quase futuro surfista, fomos parar na emergência do hospital, com Pequeno desanimado e com o pescoço inchado.


Esquece todos os planos e, por pelo menos uma semana, Pequeno teria que se dividir entre ficar no sofá, na cama ou em qualquer outro lugar possível da porta da casa para dentro, sem correr, saltar, pular, jogar futebol, andar de patinete, bicicleta. Piscina e praia, então, nem pensar. Sem contar que o Murilo - o famoso e amado primo - ainda não havia tido caxumba.

Mas Pequeno se comportou que foi uma beleza. Somente num dia que começou a querer escalar as paredes. Acho que ele não aguentava mais de tanto tédio.

Teve a "sorte" da caxumba ter saído somente em um dos lados e bem fraquinha.

Na revisão, sexta-feira passada, a doutora até o havia liberado para dar uma entradinha na piscina. Mas como estas férias não tem sido de muita sorte, o tempo virou, o sol foi embora e o ventinho típico desta região do sul do Brasil resolveu dar as caras.

Mas apenas estamos na metade das férias. Conto, ainda, com a verdadeira sorte, para que a tal da caxumba não resolva sair do outro lado. Que deixe meu Pequeno em paz, porque ele merece umas férias cheia de planos, sonhos, desejos e projetos realizados.

Um comentário:

  1. Sim! Seu Pequeno merece tudo isso é muito mais!
    Imprevistos acontecem. Se as coisas não são como gostaríamos, é Porque Deus traça planos diferentes, que embora não pareçam, sempre são os melhores àqueles momentos! São o que chamávamos de livramentos. Não me xibga rsrs mas, i Just had in Epiphany e dias muitooooooo melhores virão!
    Baciones, Bela Amica! Deus siga lhe abençoando junto aos seus Nicolas e sua linda família!

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